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Queridas pessoas amigas, É com dor no coração que anuncio: é hora da despedida. O Sparagmós ainda ficará uma semana no ar, somente para receber as mensagens de despedida daqueles que o acompanharam nesses 2 anos e meio. Muito muito muito muito muito obrigado a todos vocês. Novos caminhos que estou traçando são incompatíveis com a manutenção adequada deste espaço. One day I'll be back (to this blue room). Saudações carinhosas. Manoel Rodrigues.
Escrito por Manoel Rodrigues às 11h06
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Escrito por Manoel Rodrigues às 08h34
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Faltou pergunta ou resposta
Hobsbawm está na Folha de hoje, em reportagem e entrevista que não dizem quase nada. A ideia, porém, era dizer alguma coisa sobre: a) o ofício do historiador; b) as diferenças entre o século 19 e o 20; c) o significado da queda do muro de Berlim; d) o significado da atual crise econômica; e) o lugar da utopia no mundo de hoje; f) as relações entre a América Latina, sobretudo o Brasil, e os Estados Unidos. Mal produzida a matéria, mal conduzido o diálogo, os textos ficaram excessivamente vagos. Teria sido útil aprofundar o último tema mencionado acima. Por exemplo, por que o historiador inglês acha que a época da subserviência latino-americana aos EUA acabou? Ele próprio, porém, cita o México, como "apêndice" do gigante do norte; poderia ter citado a Colômbia. Poderia ter comentado a postura venezuelana e explicitado se a considera positiva ou não. E a boliviana e a equatorenha. Poderia ter falado sobre o Chile. Poderia ter avaliado se o fato de a América Latina se manter como uma região socioeconomicamente atrasada tem perspectivas de se reverter nas próximas décadas, a exemplo do que vem ocorrendo no Leste da Ásia. Mas os dois textos têm no máximo estocadas inexpressivas. Talvez a culpa não tenha sido do jornalista; talvez o célebre historiador não tenha mais muito a dizer, em virtude de seu apego a velhas ideias. Sinceramente, não dá pra saber.
Escrito por Manoel Rodrigues às 05h02
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Escrito por Manoel Rodrigues às 09h50
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Fome de tudo
A Folha publica, nesta segunda, reportagem sobre a morte, anteontem, do agrônomo Norman Borlaug, responsável por modificações de espécies de milho e trigo e desenvolvimento de fertilizantes que mais que dobraram a produtividade agrícola em muitos países. A contribuição de Borlaug se insere naquilo que, há cerca de 40 anos foi batizado como "Revolução Verde". Hoje, "verde" designa em certa medida o oposto e, de herói, Borlaug passou, pelo menos na visão de muitos ambientalistas, a vilão. Esse é mais um caso em que a adoção de posições extremadas diante dos problemas se revela nova fonte de problemas. Borlaug agiu em consonância com o pensamento hegemônico à época, diante da necessidade de ampliação da oferta de alimentos no mundo. O impacto negativo da ação humana sobre o meio ambiente se tornou mais e mais significativo desde então, ao que correspondeu o crescimento da consciência ambiental. Como parte de sua contribuição se revelou ambientalmente incorreta, Borlaug deve ser, ao mesmo tempo, celebrado e aperfeiçoado. O extremismo no trato da questão é o que se verifica hoje no Brasil no ódio que põe em campos opostos boa parte dos ambientalistas e dos produtores rurais. É o mesmo extremismo que transforma em inimigos os ministros da Agricultura e do Meio Ambiente. Ao mal do extremismo se soma um outro: o especificismo. Como se as pessoas precisassem apenas de produção agrícola; como se as pessoas precisassem apenas de gestão ambiental. Extremismo e especificismo têm um nome: desequilíbrio.
Escrito por Manoel Rodrigues às 08h59
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É verdade mas é mentira O Brasil valoriza pouco a educação. Esse batidíssimo enunciado, além de uma verdade óbvia, é também um exagero. Porque o Brasil não valoriza tão pouco assim a educação. E o fato de se exagerar que o Brasil valoriza pouco a educação contrbui para que o Brasil valorize menos a educação. Quem estuda mais, no Brasil, mesmo que mal e parcamente, mesmo que em más escolas, com maus professores, de um modo geral ganha mais e é mais empregável do que quem estuda menos. Muitas pessoas estudam menos porque têm que ganhar o pão HOJE e falta tempo para conciliar estudo e trabalho. Muitas pessoas estudam menos também porque, em épocas de certo crescimento econômico, como o que experimentamos em 2006, 2007 e 2008, mesmo que elas não estejam tão necessitadas de dinheiro, tende a haver opções ao menos razoáveis de emprego e renda, e as pessoas tendem, na sua maioria, a optar pelo emprego e pela renda em detrimento do estudo. Porém, há o caso de muitas pessoas que simplesmente param de estudar porque creem que no Brasil mais estudo não traz bons retornos, em termos de emprego e renda. O que é um engano. De onde vem esse engano? 1) Do valor e da eficácia relativa do nepotismo, do compadrio, da corrupção, das fraudes, no nosso país. 2) Do baixo salário dos professores, "prova" autoevidente de que estudar é perda de tempo. Há zilhões de iniciativas a serem tomadas na área de educação. Entre elas, deve estar o aumento do salário dos professores, com cobrança de desempenho, lógico, e um programa de conscientização da população acerca dos benefícios individuais de se manter estudando durante o maior tempo possível.
Escrito por Manoel Rodrigues às 12h36
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Pode piorar
Muitos estadunidenses foram às ruas protestar contra o plano de saúde de Obama. Por que mesmo? Só Deus sabe. Dezenas de milhões de pessoas naquele país não têm qualquer cobertura em saúde, pública ou privada. O plano de Obama se propõe preencher essa lacuna. Mas muita gente está contra. Por que mesmo? Isso, que me soa como uma incongruência, me lembra a advertência de Fareed Zakaria, em seu O mundo pós-americano: a rígida polarização entre republicanos e democratas, a ausência de autêntico diálogo político é uma ameaça que paira sobre o futuro dos Estados Unidos. E eu penso que a mesma advertência se aplica ao Brasil. Lula e a oposição, o PT e o PSDB não perdem uma oportunidade para arengar e chafurdar numa rivalidade medíocre. Não nos esqueçamos que foi no desdobramento de um acirramento insano que o país se afundou em mais de 20 anos de regime militar. Foi no auge do confronto entre duas perspectivas tão intolerantes quanto incompetentes que a democracia foi silenciada. Acho uma nova ditadura muito pouco provável no Brasil. Pelo menos por enquanto. Mas o fato de não surgir uma terceira via saudável na política brasileira pode fazer com que, passado um certo tempo, surja algo ainda pior do que a bipolarização mesquinha que estamos vivendo.
Escrito por Manoel Rodrigues às 20h20
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Escrito por Manoel Rodrigues às 16h26
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Pré-sal com precisão
A política, em sua acepção mais ampla e nobre, é o ofício de contribuir para que as forças vivas e criativas de uma sociedade convirjam para um projeto abrangente e duradouro de bem-comum. O ativista que abraça esse ideal deve estar atento às oportunidades abertas pela movimentação de circunstâncias e estruturas. O pré-sal movimenta circunstâncias e estruturas. Neste momento, o pré-sal é a terra prometida da política. Mas, por maior que seja sua significação, pré-sal é gato e carece haver também olho no peixe. Nos peixes, aliás. Por exemplo: não está acontecendo hoje com o programa do etanol o mesmo que ocorreu há mais de 30 anos com o Pró-Álcool? Em 1974, ano seguinte ao do primeiro choque do petróleo, a Petrobras descobriu petróleo na bacia de Campos. Vislumbrou-se ali a possibilidade de o Brasil obter sua alforria diante dos grandes produtores mundiais. Esse esforço culminou com a autossuficiência em fornecimento de petróleo conquistada pelo país em 2006. Tudo isso foi bom. Mas o Pró-Álcool acabou se revelando um programa de vanguarda, que se tivesse sido mantido teria dado ótimos frutos, muito antes dos que começou a dar. Agora, em plena euforia do etanol o pré-sal entrou em cena. Há quem diga que o etanol largou o proscênio por causa do preço internacional do açúcar; ou seja, está compensando mais, neste momento, produzir e vender açúcar do que produzir e vender álcool combustível. O etanol é já uma realidade e é ainda uma promessa. Pode, é verdade, tornar-se rapidamente obsoleto caso a indústria internacional adira em massa ao que por enquanto é ainda outra promessa, o carro elétrico. Por isso mesmo, não há tempo a perder. O país vai manter-se firme no etanol ou vai, pouco a pouco, deixá-lo de lado, numa postura própria daquelas crianças que, após o entusiasmo inicial, gradativamente abandona um brinquedo? O pré-sal é circunstância e estrutura, repito. Mas, repito, não é tudo. O país precisa aliar o entusiasmo pelas grandes oportunidades com a serenidade em torno de uma concepção integrada de desenvolvimento, que se constrói, como projeto e realização, a cada dia. O etanol é parte desse projeto ou não? Se não for, é preciso assumir desde já, com toda a clareza. Se for, é preciso dar continuidade a ele, com todo o empenho. Quanto ao pré-sal, é, sim, coisa seriíssima; por isso mesmo, não se deve transformá-lo em panaceia ou, pior ainda, em oba oba.
Escrito por Manoel Rodrigues às 15h56
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Menos pressa para o pré-sal Parece ter sido uma boa solução o acordo do governo com a oposição para retirar o regime de urgência constitucional da tramitação dos quatro projetos de lei referentes à exploração do petróleo do pré-sal. Sobretudo, se for uma sinalização de que a oposição, ou ao menos parte dela, vai votar favoravelmente à principal proposta: a partilha de produção como regime dos contratos a serem firmados entre a União e as empresas exploradoras. Uma nova lei é necessária porque a 9.478, de 1997, também conhecida como Lei do Petróleo, admite somente o regime de concessão. No regime de partilha, os custos da exploração em que a empresa exploradora incorre são plenamente cobertos; já o lucro, ou óleo lucro, é repartido com o Estado, que sempre fica com uma parcela significativamente maior. Uma outra proposta importante, o Fundo Social, também não deverá gerar maiores controvérsias, salvo as que visem aperfeiçoá-lo. A verba destinada ao fundo deverá servir principalmente para custear programas de inovação científico-tecnológica e políticas de educação. O mais, ou seja, royalties, a criação da Petro-Sal, a exclusividade da Petrobras como operadora do pré-sal, o aumento da participação da União na Petrobras, possibilitada pela cessão de 5 bilhões de barris à empresa etc., deve ser motivo de disputa acirrada. De qualquer maneira, a votação deverá ocorrer, segundo o acordo, ainda em novembro. É esperar.
Escrito por Manoel Rodrigues às 08h42
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A Cesare o que é de Cesare
Hoje o STF julga o caso Battisti. Não conheço os autos, tampouco sou jurista. Tenho, sim, a convicção de que a posição de Genro e Lula, de não extraditá-lo, é ideologicamente distorcida. Por quê? Porque o PT tende à condescendência com os que praticam e pregam a "violência revolucionária". É por isso que Genro quer "desanistiar" os torturadores, mas não os guerrilheiros. Não cometeram todos crimes de sangue sob motivação política? Não estão portanto no mesmo barco? Por que, então, utilizar critérios diferentes para ações semelhantes? Resposta: distorção ideológica. Acho lamentável torturadores não serem punidos. A tortura é um horror de horrores. Mas acho outro absurdo a falta de espírito equânime na condução dos assuntos públicos. A lei é para todos, não? Quanto a Battisti, não vi, nos diversos artigos que li, contrários à extradição, nada que caracterizasse falta de higidez do processo, que, ao que tudo indica, foi realizado segundo princípios republicanos, sob regime democrático. Por isso, não vejo sentido em recusar a extradição.
Escrito por Manoel Rodrigues às 09h18
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O sumo consumo
Marina Silva não tem que se afobar e sair por aí dando opinião sobre tudo e qualquer coisa. Tem, é verdade, que mostrar competência abrangente e opinar sobre as questões mais importantes da agenda nacional. É verdade também que o pré-sal não é um assunto qualquer. Mas ela não precisa se apressar só para mostrar que tem posição, que não é meramente uma ambientalista, que tem posição sobre outros temas estratégicos. A esse respeito, o artigo dela ontem na Folha foi lamentável. Mostrou que não entende nada do pré-sal e ainda veio com uma conversa inconsistente sobre economia pós-consumismo. No final, o artigo serviu apenas para ela dizer que é contra o regime de urgência constitucional na tramitação dos projetos referentes à exploração do petróleo do pré-sal no Congresso. Contra, por quê? Também não ficou muito claro. Sobre essa história de uma economia pós-consumismo, seus defensores precisam deixar claro do que se trata. Eu, de minha parte, acho impensável, depois que se criou o dinheiro e um sistema bancário altamente eficiente, uma economia em que o alto consumo não desempenhe um papel fundamental. A vida humana é feita de produção e consumo permanentes. Isso é o mesmo que dizer que a vida humana é feita de trocas incessantes. O que ocorre é que, com uma população tão grande, não é viável o nível de consumo material em que algumas sociedades enverederam. Com isso, quero dizer que são o excesso de consumo material e o consumo de produtos e serviços gerados pelas matrizes tecnológicas vinculadas à emissão de CO2, não o consumo em geral, os tipos de consumo verdadeiramente inviáveis. É maravilhoso que se produza muito e se consuma muito. É melhor ainda que se saiba o que e como produzir para não poluir, aquecer e exaurir o planeta. Vamos continuar produzindo e consumindo muito; vamos produzir e consumir mais; produção e consumo são vida, vida pura. E vamos fazer isso de modo a não tornar nossa vida insustentável.
Escrito por Manoel Rodrigues às 09h36
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Próxima volta
O mundo dá voltas, e eu estou com saudades do Lulinha Paz e Amor. O Lulinha Paz e Amor foi criticado, por mim, inclusive, por seu conservadorismo e inconsistência programática. Manteve-se agarrado ao programa do PSDB, revelando-se incapaz de apresentar algo novo em relação ao seu próprio programa inviável e empoeirado. Mas era Paz e Amor. Agora, com um pseudodesenvolvimentismo, com apenas um certo refresco na desigualdade de renda, com um nacionalismo de contornos ainda não muito definidos e com larga aprovação popular, Lulinha (e Dilma, Zé Dirceu etc.) parte para o ataque – contra a mídia, a oposição e o diabo a quatro. Traz, com isso, de volta à cena política brasileira velhos radicalismos estéreis, quando se trata de promover o bem, perigosíssimos, quando se trata de fazer o mal. Estou com saudades do Lulinha Paz e Amor. E estou cada vez mais apreensivo com a Dilminha e o Dirceu Socos e Pontapés.
Escrito por Manoel Rodrigues às 19h22
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Mandíbula enorme
O pré-sal será nosso? Depende. Não somente, claro, de serem aprovados a Petro-Sal e a partilha de produção. Depende da Petrobras. Nem tudo o que é bom para a Petrobras é bom para o Brasil. Porque, quando é bom para a Petrobras, é bom para os seus invetidores, majoritariamente privados. O que não é, repito, necessariamente bom para o Brasil. Diga-se, ainda, que, se é bom para a Petrobras, é bom para o caixa da Petrobras. E o caixa da Petrobras ninguém controla. E o que está no caixa da Petrobras pode se destinar a fins diversos. Um deles: a campanha de Dilma. A Petrobras, que compra o silêncio dos "movimentos sociais", de tantas ONGs, de tanta gente, enfim, inclusive da oposição, a Petrobras pode estar se capitalizando para fazer o próximo presidente. As regras do pré-sal, que elogiei aqui, talvez tenham esse furinho. E por ele pode vazar o futuro do Brasil. Porque, talvez, no fim das contas, não importe o futuro do Brasil, mas tão-somente o curtíssimo prazo de quem não quer largar o osso.
Escrito por Manoel Rodrigues às 23h23
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Uma coisa e outra coisa
Porque o capitalismo é isso, o capitalismo é aquilo, blá blá bli blá blá blá. Vamos combinar? Não existe capitalismo, existe modernidade. Na modernidade, existe o individualismo. O individualismo não é intrinsicamente ruim ou bom. Melhor: é ruim e é bom, porque é muito perigoso e muito venturoso. O individualismo se expressa na arte, no sexo, no trabalho, no trânsito, na amizade, no esporte etc. O individualismo também se expressa na economia. Em todas as áreas, é preciso conter os perigos do individualismo e fruir as suas possibilidades de ventura. Os políticos de um país precisam entender isto: o caminho em direção à modernidade é irreversível. A nós cabe percorrê-lo da melhor forma. Mas a esquerda tem muita força no nosso país. E a esquerda majoritariamente não tem compromisso com a modernização do país. Porque a esquerda majoritariamente não é moderna. A esquerda, em sua maioria, atrapalha a modernização brasileira. Os liberais têm muita força em nosso país. E os liberais, majoritariamente, não têm compromisso com a modernização do país. Porque os liberais majoritariamente não são nacionalistas. Os liberais atrapalham o processo de afirmação nacional. Nacionalismo e modernidade se reforçam mutuamente. Mas quem tem compromisso com a modernização do país? Um punhado de lideranças políticas e de intelectuais dispersos, com, por enquanto, pouca visibilidade e influência. Um partido político que traga a esperança e a respeitabilidade de volta para a política brasileira deve ter simultaneamente a marca da nação e da modernidade. Por enquanto, isso está bem difícil de acontecer.
Escrito por Manoel Rodrigues às 16h00
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